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How to Get Away With Murder

A fall season é um troço complicado. Temos o costume de assistir tudo que podemos e com isso agüentamos várias bombas. Vez por outra chega uma série maravilhosa que faz com que tudo tenha valido a pena, esse é o caso de How To Get Away With Murder.

Por ser produzida por Shonda Rhimes, que tem em seu currículo produções como Grey’s Anatomy e Scandal, How to Get Away With Murder criou muitas expectativas e teve sua estréia muito aguardada pelos fãs de Shonda.

Ambientada em uma faculdade de Direito, How to Get Away With Murder nos mostra a professora que é o pesadelo de qualquer aluno, Annalise Keating ( Viola Davis). Keating é bem carrasca, mas tem um método muito eficaz de ensino: Colocar seus alunos para trabalhar em casos reais, a maioria da vezes antigos e concluídos. A índole de Keating é bem duvidosa, ela mesma chama sua aula de How to Get Away With Murder, pois ela prova a inocência de seus clientes, sendo culpados ou não, e é isso que ensina aos seus alunos. Enquanto acompanhamos essas maravilhosas aulas, vamos aos poucos vendo detalhes do assassinato cometido por quatro alunos, Frank Delfino ( Charlie Weber), Wes Gibbins (Alfred Enoch, de Harry Potter, caso você também tenha passado o piloto inteiro se perguntando de onde conhecia esse ator., Connor Walsh ( Jack Falahee)e Rebecca (Katie Findlay). Tudo indica que saberemos o motivo do assassinato, e se conseguiram usar as aulas de Keating para se safar do mesmo, no finale da temporada.

Esse piloto foi perfeito. Tem o necessário para apresentar uma série que, sem dúvidas, será excelente: Um ótimo roteiro, algo para atrair sua curiosidade até o fim da temporada, personagens muito bem construídos e atuações maravilhosas ( destaque para Viola Davis, que estava simplesmente sensacional em seu papel). A advocacia em pratica foi perfeitamente colocada, cativando rapidamente os estudantes e/ou praticantes da mesma e os fãs do assunto.

Não consegui encontrar defeitos nesse piloto, portanto apenas irei recomendar aos que ainda não assistiram que parem tudo que estão fazendo e corram para assitir!

How to Get Away With Murder estreou nessa última quinta (25) no canal ABC. No Brasil será transmitida pelo Canal Sony no início de 2015.

 

Em um mundo onde os Super-Heróis estão em alta, a Fox resolve estrear uma série passada em Gotham, mas que não é focada no famoso Homem Morcego. Ao invés de ser focada em Bruce Wayne combatendo o crime, ou até mesmo em sua evolução, Gotham deixou o Herói de lado e colocou o Comissário Gordon como protagonista.

Gotham está na lista das estréias mais esperadas dessa Fall season, talvez pela grande divulgação que teve, ou apenas por ser algo que mencione o Batman. Seu piloto teve muitos altos em baixo, com um grande número de pontos positivos e negativos no decorrer do mesmo.

Gotham Gordon

Gordom e Bullock

O primeiro ponto negativo, em minha opinião, foi a escolha do plot principal. É original o foco em Jim Gordon (Ben McKenzie), mas ao menos nesse piloto, deixou a série com um ar de “mais uma série policial, com a diferença que se passar no cenário sombrio de Gotham City”. A escolha de uma dupla de detetives, onde o veterano Harvey Bullock (Donal Logue), com um caráter um pouco duvidoso,  odeia seu novo parceiro bonzinho e novato no cargo, não ajudou nesse ponto, chegou a deixar o roteiro um pouco clichê.

Pelo lado positivo, temos a expectativa. Ficamos ansiosos com a possibilidade de acompanhar o crescimento de Bruce Wayne (David Mazouz); Com a promessa de ver conhecidos vilões se tornando o personagem que conhecemos e com a promessa de uma visão completamente nova de Gotham.

As atuações também foram positivas nesse piloto ( com exceção de  Jada Smith, que deu um ar meio forçado à sua personagem, Fish Mooney). McKenzie entregou muito bem seu personagem, mostrando que se sente bem seguro do seu papel como protagonista. A apresentação dos futuros vilões, logo de cara reconhecemos Selina (Camren Bicondova) e o futuro Pinguim (Robin Taylor), esse último merecendo uma menção honrosa pela caracterização. Charada (Cory Smith), Falcone ( John Doman) e Poison Ivy (Clare Floey) também tiveram boas apresentações, mesmo que por breve momento.

Mesmo com seus altos e baixos, Gotham conseguiu agradar, mas fiquei na esperança de uma melhorada no roteiro, principalmente nos diálogos que parecem bem mal trabalhados. Mas como sempre dizemos aqui no Thunder Wave, não julgamos a série pelo piloto, então vamos nos agarrar à esperança de melhora e torcer pra Gotham virar o mais novo estouro da Fall Season.

Indesejadas

“Mas nesse planeta ninguém é invisível, muito menos infalível. “

Gosto bastante de romances policiais, por isso adoro os livros da editora Vestígio. Para quem não sabe, essa editora é especializada em obras de investigação.  Indesejadas  foi um título que realmente me chamou atenção, a sinopse é muito interessante, daquelas que te deixa louca para ler o livro. Infelizmente, Indesejadas não foi tudo isso que eu imaginava.

Começarei falando da premissa, que achei muito interessante. Na Suécia, crianças estão sendo sequestradas e encontradas mortas com a palavra “Indesejadas” escrita na testa. A equipe de polícia composta por Fredika, Peder e Alex investiga o crime. Essa equipe é uma das coisas que mais agradou no livro. Fredika é a protagonista, tanto que esse é o romance de lançamento da detetive que terá uma série de livros pela frente, mas o foco está voltado para os três detetives. O trabalho em equipe deles foi um ótimo diferencial, saindo um pouco do costume de um detetive excepcional resolvendo tudo. Por ser um lançamento de personagem, há muito da vida pessoal dos mesmos, o que torna a leitura muito gostosa.

A narrativa de Kristina Ohlsson merece muito pontos positivos. Indesejadas é muito bem escrito, com uma narrativa fluída e gostosa de ler, capaz de te prender do início ao fim. A ousadia de trabalhar com um assunto tão delicado como assassinato de crianças, incluindo um pouco de pedofilia, também conta pontos positivos para a autora, gosto de crimes sem limites de censura.

Kristina Ohlsson

Kristina Ohlsson

Mas, como nem tudo é perfeito nesse mundo, temos os defeitos do livro. São três fatores simples, que o impediram de ser maravilhoso.

O primeiro, e mais grave, foi a obviedade. Todo fã de investigações gosta de ter leves pistas de quem é o assassino e do motivo, aqui, descobrimos rapidamente o motivo, pois é bem obvio, e não temos pistas de possíveis suspeitos para tentar desvendar o mistério do assassino, apenas acompanhamos quem a polícia persegue. Isso acabou com a minha graça de interagir com livro.

Enquanto acompanhamos o trabalho das investigações, somos apresentados a alguns assuntos que ficam esquecidos depois da metade da obra. E com isso temos o segundo fator, a mudança brusca no enredo. Enquanto o suspeito era tal pessoa, temos vários fatos apresentados que são ignorados no decorrer dos acontecimentos, só sendo resolvidos (quando são de fato resolvidos) no final do livro, o que nos deixa no ar, querendo uma resolução, por um longo percurso na leitura.

Pra finalizar, temos o último problema: O Assassino. Esse personagem é muito pouco explorado, tendo uma explicação boa, porém muito curta do porquê estava fazendo essas coisas. A peça chave em uma obra que envolve um ou mais assassinatos, é o motivo que o assassino tem para cometê-los e senti que Ohlsson não deu a atenção necessária a esse detalhe. Pessoalmente, tenho um interesse maior em descobrir o problema psicológico do assassino do que em ver o crime ser resolvido. Achei que a identidade do mesmo e o que aconteceu no passado para que ele tivesse essa necessidade de matar crianças foi apresentado às pressas na conclusão do livro.

Com seus pontos positivos e negativos, Indesejadas possuí um bom crime, um bom motivo e bons personagens. Mesmo com seus erros, é um livro que vale a pena ler.

Os Cavaleiros do Zodíaco - A Lenda do Santuário

Os Guerreiros de Atena estão de volta aos cinemas! Desde a divulgação do trailer de Os Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário (Saint Seiya: Legend of Sanctuary, Japão, 2014), os fãs do consagrado anime que fez imenso sucesso no Brasil na década de 1990 aguardam ansiosamente pelo dia de hoje, 11 de setembro, data na qual o longa chega às telas de nosso país. A espera acabou e pode-se dizer que este é um daqueles casos no qual aguardar pela festa é muito mais gostoso do que a própria.

Produzido em homenagem aos 40 anos de carreira de Masami Kurumada, autor do mangá Saint Seiya, obra que deu origem à série animada, A Lenda do Santuário apresenta uma releitura para o arco de histórias chamado “A Batalha das Doze Casas”, o ápice da celebrada “Saga do Santuário”, aquela exibida no Brasil pela Rede Manchete e que arrebanhou milhares de espectadores mirins ao introduzir os personagens em solo brasileiro. Tanto na atração televisiva, quanto no filme que chega aos cinemas neste final de semana, a trama gira em torno da missão que os Cavaleiros de Bronze têm de salvar Saori Kido, a reencarnação da deusa Atena. Para isso, os guerreiros devem enfrentar os doze Cavaleiros de Ouro, defensores das casas zodiacais e os mais poderosos entre os cavaleiros, com o objetivo de desmascarar o Mestre do Santuário e, assim, colocar a verdadeira Atena em seu devido posto, no Olimpo.

Os Cavaleiros do Zodíaco-A Lenda do Santuário

Enquanto no anime, os trinta e dois episódios dão conta de toda a carga dramática presente na derradeira batalha dos Guardiões do Universo, os noventa minutos de Os Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário não são suficientes para entregar uma trama satisfatória tanto para quem já conhece os heróis, quanto para quem nunca assistiu a um episódio sequer da série. Excessivamente acelerado e com buracos enormes na narrativa, o longa parte da fuga de Aioros, Cavaleiro de Ouro de Sagitário, do santuário, carregando em seus braços a bebê Saori, numa tentativa de salvar a reencarnação de Atena das mãos do Mestre do Santuário. Fatalmente ferido por conta da luta contra outros Cavaleiros de Ouro, Sagitário entrega a criança aos cuidados de Mitsumasa Kido, um senhor aventureiro que aceita a missão de zelar pela menina, até que, aos 16 anos de idade dela, a tarefa de protegê-la passe para os destemidos Cavaleiros de Bronze, liderados por Seiya de Pégaso. A partir desse instante, não demora muito para que A Batalha das Doze Casas tenha início e a plateia seja bombardeada por lutas insanas, mas sem emoção.

Este é o principal defeito de Os Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário: tudo acontece tão rápido, que fica impossível sentir alguma emoção diante do que se passa na tela. É claro que recrutar o elenco de dubladores originais para, mais uma vez, dar voz aos icônicos personagens foi uma sacada inteligente da distribuidora Diamond Films. Afinal, são os adultos que cresceram com as aventuras de Seiya, Shiryu, Hyoga, Shun e Ikki o público-alvo desta produção e puxar a emoção pela nostalgia é, sem dúvida, uma estratégia legal. No entanto, é muito pouco diante dos equívocos que tomam conta da telona.

Assim como o aspecto narrativo do longa fica devendo, o visual não fica atrás. O trabalho de computação gráfica, bem diferente do 2D tradicional, tão marcante na TV, está bem razoável e o que poderia salvar a produção, termina por ser mais um de seus defeitos. Para coroar este quesito, as liberdades tomadas na caracterização dos personagens podem chocar, indo desde o visual das armaduras, até a mudança do tom de personagens antes muito bacanas (alguém pode me explicar o que é aquele Máscara da Morte, Cavaleiro de Câncer???).

No fim, resta a dúvida sobre a quem a animação realmente agradou e se esta é uma homenagem à altura do legado de Masami Kurumada e de sua maior criação. Torçamos para que, no futuro, seja produzido algo mais digno ou que deixem os Cavaleiros de Atena repousarem em paz, na memória de seus admiradores.

Os Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário estreia hoje, dia 11 de setembro.

Os créditos da resenha vão para nosso parceiro Vanderson Santos, do Mundo Blá.

Orange is the new Black

Creio que todos os que têm o hábito de assistir séries devem com certeza ter visto ou pelo menos ter ouvido falar de Orange is the New Black e devem saber que é baseado em uma história real. Eu pelo menos fui saber que tinha um livro quando falaram o lançamento no Brasil.

Dei uma animada e fui ler. Primeira coisa: esqueça a série, não carregue nem os nomes. Claro que alguns personagens existem ou algumas situações. Tive a sensação que estava lendo uma coisa que nunca tinha visto nada sobre. Algumas situações realmente aconteceram, mas não com as mesmas pessoas ou tiveram o mesmo desfecho ou nem teve desfecho algum.

O livro conta a história de Piper Kerman, que foi presa por uma pena simbólica de 15 meses por contrabandear drogas. Isso por uma aventura por ser jovem e apaixonada por Nora, a pessoa que apresentou essa vida a ela. Só que Piper só fez isso uma única vez, mas aproveitou cada centavo que sua amiga/namorada Nora ganhava, viajando por vários países e ficando em hotéis caros e visitando tudo que era possível pelo mundo.

Depois dessa vida bem passageira Piper conhece Lary. Seu noivo no livro.

Piper acaba sendo denunciada e depois de vários processos burocráticos que duraram anos. Foi aconselhável ela se entregasse de livre e espontânea vontade.

A adaptação à prisão foi menos complicada que podemos imaginar. Uma garota branca rica no meio do povão. Piper mesmo reconhece isso e a vi como uma pessoa meio preconceituosa e é bom ler sobre como ela se sente mal por ter um dia um pensamento mal em relação às outras detentas.

A mudança chega a ser radical, onde ela é uma pessoa super prestativa e amável, conseguindo conquistar os mais variados tipos de amizades onde não tem como não se emocionar com os relatos sobre a vida de cada uma delas, as despedidas, as declarações, mas foi à união delas que mais me impressionou. Claro que tinha aquela separação de “tribos”, mas em datas comemorativas ou despedidas isso não existia. E com essa preocupação que ela tinha em relação a aquelas pessoas o leitor acaba ficando pensativo com tudo que Piper fala. Temos outra perspectiva da situação de cada vida que lá existe. Piper revela as condições muito precárias que a prisão tem e expõe a corrupção que deve existir lá dentro junto com a falta de oportunidades que várias presas teriam ao sair em liberdade já que a prisão não deu assistência que supostamente dariam para cada uma daquelas mulheres.

Mas é irritante o tanto que Piper faz sua reflexão pessoal. De como ela teve coragem de ter feito isso e aquilo com seus amigos e família e blá blá blá, todo capitulo tinha uma dessas reflexões que acabava sendo cansativos. “Sim eu já entendi Piper que você se sente assim” Mas há aqueles que têm paciência para essas coisas.

Enfim, se a pessoa tem uma curiosidade de conhecer Piper pode ir fundo, que é uma ótima leitura, muita cativante e emocionante.

Anjos da Lei 2

Sequências de comédias sempre dão um certo medo. A Tendência é o primeiro filme ser muito bom e a sequência uma tentativa falha de se aproveitar do sucesso anterior para conseguir arrancar mais dinheiro do publico. Anjos da Lei 2 (22 Jump Street) não quis arriscar cair nessa rotina e resolver repetir o primeiro filme ao invés de inventar motivos para a continuação.

Isso é um problema? Tecnicamente não. Claro que se adoramos ver Jonah Hill e Chaning Tatum se infiltrarem em uma escola, fazendo várias bobagens da primeira vez, vamos adorar ver novamente. O verdadeiro problema em Anjos da Lei 2, que fez com que a obra ficasse inferior em relação à sua antecessora, não foi a repetição em si, mas o roteiro fraco.

No primeiro Channing Tatum) e Schmidt (Jonah Hill)são policiais recém formados que não conseguem fazer uma prisão. São mandados para a divisão mais inútil, comandada pelo Capitão Dickson (Ice Cube). Eles recebem a missão de encontrar um traficante de drogas em um colégio, para isso precisam se infiltrar como estudantes. Em Anjos da Lei 2, Jenko e Schmidt ainda são péssimos policiais. Como a primeira missão deu certo, resolvem mandá-los infiltrados na faculdade, para fazer exatamente o que fizeram da primeira vez.

As referências e mini paródias são o ponto alto do filme. Não é raro ver uma referência de um recente trabalhos dos atores ou ver uma tiração de sarro com alguma típica situação de filmes adolescente, afinal, faculdade é um prato cheio para isso.

A relação entre Jenko e Schmidt foi muito explorada. O “Bromance” deles é levado ao extremo, causando situações engraçadas insinuando um relacionamento amoroso entre eles. O Excesso de Bromance foi a falha no roteiro que não deixou o Anjos da Lei 2 ser tão bom quanto o primeiro. Tatum e Hill possuem um entrosamento tão bom, que não erraram ao querer explorar o máximo possível dos dois juntos, mas deixaram muito de lado a ação policial e do caso em si durante a história, prejudicando um pouco a graça da comédia.Anjos da Lei Tatum e Hill

Mesmo não sendo tão bom quando seu antecessor, Anjos da Lei 2 conseguiu manter o padrão. Ainda consegue divertir e arrancar algumas risadas do espectador.

Hércules

Existe um número incontável de obras sobre a lenda de Neste novo Hércules, o foco é exatamente o oposto. A lenda é devidamente explicada, resumindo-se ao necessário para o entendimento geral, mas vemos um Hércules muito mais humano do que Mítico ( se é que é possível enxergar Dwayne Johnson desta maneira). Essa abordagem diferente foi o que mais agradou no filme, ficou muito original ver Hércules e seus companheiros sanguinários realizarem tarefas mercenárias após realizar os 12 trabalhos, do que ver a famosa passagem por eles.

Assombrado por tragédias do seu passado, Hércules (

Os toques cômicos podem gerar uma leve polêmica, há aqueles que não gostam de uma aventura épica contada com excesso de sorrisos, e há os que gostam exatamente de uma risada para amenizar a tensão. Por isso, acredito que vá mais do gosto pessoal do espectador julgar se esse toque cômico foi um erro ou não. Como já disse, não é o melhor filme do Hércules, mas é um bom filme de ação. Vale sossegadamente sua entrada no cinema, garanto que sairá de lá pelo menos satisfeito. Hércules conta com a direção de

Red Band Society

Sorte não é conseguir o que você quer, é sobreviver ao que você não quer

Temos muitas séries adolescentes atualmente na televisão. Talvez por ser um assunto fácil de ser explorado, já que é a época mais explosiva, rebelde e irritante por qual passamos. Por causa da facilidade de encontrar essa temática nas obras televisivas, acabamos perdendo o interesse pela mesma, mas vez por outra aparece uma estréia que resolve usar esse “clichê” e colocar algo completamente novo, e isso dá certo!

Baseada na série espanhola Polseres Vermelles, Red Band Society explora o cotidiano de um grupo de adolescentes, com seus problemas, seus ataques de rebeldia e seus esforços para parecerem fortes nessa época que é o maior pesadelo na vida de um ser humano. Até aqui nada de diferente, não é? Mas Red Band Society tem sim um grande diferencial, tudo isso se passa dentro de um hospital! Isso mesmo, temos a ousada proposta de ver adolescente desajustados doentes.

Nesse piloto (brilhantemente liberado antes da estréia pela FOX), podemos notar que a idéia é mostrar que a vida não acaba quando se precisa ir ao hospital por causa de uma doença, ela apenas recomeça de um modo diferente. Os personagens foram muito bem explorados, narrado por um deles somos apresentados aos garotos com câncer, a medida com transtorno alimentar, o garoto em coma, a garota que descobre ter um problema bem irônico, e aos personagens necessários para fechar perfeitamente a trama, um senhor hipondríaco, a enfermeira boazinha e a enfermeira casca dura e o médico boa pinta.

Rapidamente somos sugados pelo carisma dos personagens e assim que o episódio acaba, já queremos o próximo.

Red Band Society 2

Mulheres em Ação

Mulheres em Ação, primeira produção nacional do canal Lifetime estreia dia 1/9 às 18h30.

A série mostra o que pensam, como agem e de que maneira se impõem em um ambiente tradicionalmente masculino mulheres policiais de diferentes escalões.Produzida pela Medialand, a série acompanhou durante quatro meses policiais femininas que trabalham na Polícia Militar, na Polícia Técnico-Científica e na Delegacia de Desaparecidos. Foram cinco equipes de produção simultâneas para registrar essas oficiais em diferentes momentos do trabalho, da investigação à prisão de criminosos, incluindo cenas de perseguição e troca de tiros com bandidos.

“É gratificante provar que a mulher serve para o patrulhamento, que a mulher se adapta às situações e consegue se sobressair”. É o que pensa a cabo Rejane, uma das personagens de Mulheres em Ação.

Ao acompanhar a rotina de policiais femininas, de diferentes escalões, a produção revela como elas pensam, agem e se impõem em um ambiente perigoso e tradicionalmente masculino. Cada episódio, de uma hora de duração, apresenta duas operações policiais em paralelo, em cidades como São Paulo (SP), Porto Alegre (RS) e Santos (SP), entre outras.

Mulheres em Ação

“Todos nós temos curiosidade em saber mais sobre essas mulheres que se expõem a ameaças e a situações de perigo, e a nova produção do Lifetime irá revelar como elas são, em ação”, afirma Krishna Mahon, diretora de Conteúdo Original do Lifetime no Brasil. “Além disso, a série irá explorar uma grande riqueza de personagens, que certamente irá seduzir o público”, completa.

Carla Albuquerque, diretora geral da série, confirma: “O programa nasceu da curiosidade do público em saber mais sobre as mulheres policias, e cada edição irá explorar vários aspectos sobre elas”. Beto Ribeiro, roteirista e produtor executivo, completa: “Temos vários facetas das mulheres na polícia, desde aquela que está na rua, na Polícia Militar, entrando em confronto direto com os criminosos, até as peritas e delegadas que investigam crimes para encontrar seus autores. Mulheres são detalhistas, o que ajuda muito nas histórias”.

A primeira temporada de Mulheres em Ação tem 15 episódios, que serão exibidos às segundas, quartas e sextas-feiras, sempre às 18h30, a partir de 1/9. Confira: